O passo a passo do INPI tem sete etapas, mas elas não pesam o mesmo tempo: pesquisa, classe e protocolo acontecem em dias, enquanto exame e certificado dependem da fila do INPI e levam meses. Pra quem está em Curitiba correndo atrás de investimento ou parceria, entender essa diferença de prazo evita a ansiedade de achar que a marca só fica protegida quando o certificado chega.
Pesquisa de viabilidade, definição de classe pela Classificação de Nice, pagamento da GRU, protocolo no e-Marcas, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e concessão: essa é a ordem, sem pular etapa, como o guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba explica em detalhe. A proteção nasce no protocolo, então a contagem que importa pra prioridade sobre o nome começa bem antes do certificado sair do forno, mesmo que o papel final leve meses pra chegar.
No Vale do Pinhão, ecossistema que reúne o Pinhão Hub e o Worktiba (primeiro coworking público do Brasil, já com mais de 260 empresas passando por lá), a startup que vai apresentar no Pitch Vale do Pinhão ou fechar uma rodada de investimento não tem meses pra esperar o certificado. O protocolo garante a prioridade sobre o nome em questão de dias, tempo suficiente pra levar o pitch adiante sem depender do calendário de exame do INPI, que segue seu próprio ritmo independente do calendário do investidor.
Quer saber em quantos dias a sua marca fica protegida a partir do protocolo? A pesquisa de viabilidade é gratuita e é o passo que precisa vir antes de qualquer prazo começar a contar. Feito errado aqui, a taxa do INPI se paga de novo do zero. Falar com a Oneck →



