O custo de registrar marca e o de registrar patente não terminam no mesmo lugar: marca paga a taxa do INPI no pedido e na concessão e depois só renova a cada 10 anos; patente, além da taxa inicial, cobra anuidade todo ano enquanto durar a proteção. Pra uma empresa de Curitiba, isso muda completamente o planejamento financeiro de cada registro.
O erro comum é somar só o valor do primeiro pedido e achar que o custo parou ali. Na marca, depois de paga a taxa de concessão, o próximo desembolso só vem no décimo ano, na renovação, e o artigo completo sobre quanto custa registrar marca em Curitiba detalha essa conta de taxa mais honorário. Na patente, o titular assume um compromisso financeiro recorrente: deixar de pagar a anuidade extingue a proteção antes da hora, o que torna a patente um investimento de custo contínuo, diferente da marca, que depois de registrada fica quieta por uma década.
Esse detalhe pesa mais em Curitiba do que em cidade pequena, porque a base de empresas que sustentam esse tipo de decisão é grande: são mais de 481 mil CNPJs ativos no município, segundo levantamento privado sobre a base da Receita Federal, incluindo desde fornecedor de autopeças de São José dos Pinhais até startup nascida no Vale do Pinhão. Fornecedor automotivo que desenvolve peça própria pode encarar anuidade de patente como parte do custo de operar; startup que só precisa proteger nome e app resolve com a taxa de marca, sem esse compromisso anual.
Antes de comprometer o caixa com um registro que pode durar anos, vale confirmar o que o seu negócio realmente precisa proteger. A Oneck faz a pesquisa de viabilidade de marca de graça, e adiar essa etapa custa mais do que o tempo perdido: se o pedido for indeferido por falta de pesquisa, a taxa do INPI é paga de novo, do zero. Falar com a Oneck →



