Curitiba

Como registrar uma marca no INPI: o que ter em mãos antes de começar

16 de agosto de 20262 min de leitura
Como registrar uma marca no INPI: o que ter em mãos antes de começar

Registrar uma marca no INPI a partir de Curitiba pede quatro coisas prontas antes de abrir o e-Marcas: o CPF ou CNPJ de quem vai ser o titular, o nome ou logotipo exatamente como vai ser usado, a lista de produtos ou serviços que a marca vai cobrir e o valor da GRU, a taxa oficial. Sem isso organizado, o protocolo trava no meio do caminho e a etapa fica pendente.

O processo em si segue sete etapas, da pesquisa de viabilidade ao certificado, mas quem já tem esses quatro itens organizados evita boa parte da demora inicial: titular certo (CPF de autônomo é diferente de CNPJ de empresa), nome escrito exatamente como vai aparecer na fachada e no site, e a especificação de produtos e serviços redigida dentro da Classificação de Nice, não em linguagem solta de propaganda. O guia de como fazer registro de marca em Curitiba detalha cada uma das sete etapas do início ao fim.

O cenário local

Curitiba tem mais de 157 mil MEIs ativos e um ecossistema de startups organizado sob a marca Vale do Pinhão, com espaços como o Pinhão Hub e o Worktiba reunindo mais de 260 empresas em estágio inicial. Nesse universo é comum hesitar na hora de definir o titular: o CPF do sócio, o CNPJ do MEI recém-aberto ou o CNPJ da empresa que ainda vai sair do papel. Resolver isso antes do protocolo evita ter que corrigir titularidade no meio do processo, o que atrasa ainda mais a fila de exame do INPI.

A Oneck confere de graça, na pesquisa de viabilidade, se o nome está livre e ajuda a organizar titular, classe e especificação antes do protocolo. Sai mais barato acertar isso agora do que pagar a taxa do INPI de novo por indeferimento. Falar com a Oneck →

Compartilhar:

Comentários

Carregando comentários...

Deixe seu comentário