Fazer o registro da marca em Curitiba começa antes de abrir o e-Marcas: reúna o CNPJ ou CPF de quem vai ser o titular, o nome exatamente como será usado e a atividade que o negócio exerce, porque é isso que define a classe do pedido. Sem esses três itens organizados, a pesquisa de viabilidade, o primeiro passo de verdade, não serve pra muita coisa.
Depois dessa preparação, o caminho é o mesmo pra qualquer negócio do país: pesquisa de viabilidade, definição da classe pela Classificação de Nice, pagamento da GRU (a taxa do INPI), protocolo no e-Marcas, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e, se deferido, o certificado com o símbolo ®. A proteção nasce no protocolo, questão de dias; o certificado demora mais, pela fila de exame do INPI. O guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba detalha cada uma dessas sete etapas.
O cenário local: muita gente abrindo negócio pela primeira vez
Curitiba tem cerca de 481 mil CNPJs ativos e mais de 157 mil MEIs registrados, boa parte gente que nunca passou pelo INPI e vai encontrar o sistema do zero. Some a isso 130 mil empresas atuantes espalhadas entre o polo automotivo de São José dos Pinhais e o ecossistema de startups do Vale do Pinhão, e dá pra entender por que tanta gente erra o formulário na primeira tentativa: falta o hábito de organizar CNPJ, nome e classe antes de sentar na frente do sistema.
Quem chega no e-Marcas já com essa lista pronta evita o vaivém de corrigir campo depois de já ter pago a taxa, erro que custa tempo em qualquer cidade, mas pesa mais numa capital com esse volume de empresa nova nascendo todo mês.
A pesquisa de viabilidade é de graça e é o teste que mostra se o resto do caminho vale a pena, esteja sua empresa recém aberta ou com CNPJ de dez anos. Melhor descobrir isso agora, sem custo, do que pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento por classe errada. Falar com a Oneck →



