Criar o nome de uma marca é decisão criativa, mas só funciona de verdade se passar pelo filtro certo: verificar se esse nome está livre no INPI, na classe da sua atividade, antes de imprimir cartão, registrar domínio ou abrir perfil no Instagram. Nome bonito que já pertence a outra empresa na mesma classe não vira marca registrada, vira retrabalho e dinheiro perdido em identidade visual que vai direto pro lixo.
O processo de registro em si só começa depois que o nome já está definido: pesquisa de viabilidade, classe pela Classificação de Nice, pagamento da taxa, protocolo, exame formal e certificado. A etapa de criação do nome devia acontecer de mãos dadas com o primeiro passo desse trâmite, não separada dele, porque um nome só é bom de verdade se sobreviver à pesquisa. O guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba mostra o caminho inteiro depois que o nome está fechado.
O cenário local
Curitiba tem o maior PIB per capita entre as capitais do Sul do Brasil (R$ 67.691,30, IBGE) e um ecossistema de startups organizado sob a marca Vale do Pinhão, cheio de negócio batizado às pressas antes de virar pitch. Nome criado sem checar a classe primeiro é motivo comum de startup ter que trocar de identidade no meio do caminho, exatamente quando já tem investidor de olho e não sobra tempo pra recomeçar.
Tem um nome em mente? A pesquisa de viabilidade da Oneck confirma se ele está livre antes de qualquer investimento em identidade visual, e sai de graça. Descobrir isso agora é mais barato do que pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento. Falar com a Oneck →



