Consultar registro de marca é entrar no sistema e-Marcas do INPI, em gov.br/inpi, digitar o nome pretendido, escolher a busca por marca (não por processo ou titular) e revisar os resultados dentro da classe de atividade que corresponde ao seu negócio. O sistema devolve pedidos e registros já existentes; ler esse resultado com critério é o que separa quem consulta certo de quem só bateu o olho na tela.
Na prática, o passo que mais gente pula é o de filtrar por classe. O INPI organiza os ramos de atividade pela Classificação de Nice, e um nome pode aparecer ocupado numa classe que não é a sua, sem que isso te impeça de registrar. O oposto também acontece: nome parecido, não idêntico, dentro da sua classe, pode barrar o pedido mesmo sem aparecer como resultado exato numa busca rasa. O guia completo de consulta de marca no INPI em Curitiba mostra como ler esse resultado sem cair numa leitura otimista demais.
Quando essa consulta pesa mais em Curitiba
No Vale do Pinhão, startup que passa pelo Pinhão Hub, inaugurado em 2024, ou pelo Worktiba, primeiro coworking público do Brasil, com mais de 260 empresas em estágio inicial, costuma batizar o produto antes de batizar a empresa. O nome nasce na fase de validação, sobrevive ao primeiro pitch, e só depois alguém para pra consultar se está livre, quando já virou identidade, deck e perfil de rede social.
O ponto certo pra fazer essa consulta é antes do Pitch Vale do Pinhão, não depois. Uma vez que o nome sobe no palco na frente de investidor, ele também fica exposto pra quem pode notar a semelhança com uma marca já registrada e reagir antes de você.
Quer que a gente faça essa leitura pra você, sem custo? A consulta é grátis e o veredito sobre o risco real vem antes de qualquer decisão sua, seja pro próximo pitch ou pra abertura da empresa. Evitar pagar a taxa do INPI duas vezes começa por aqui. Falar com a Oneck →



