No plural mesmo: taxa é mais de uma, ao longo de toda a vida da marca, não só no dia do protocolo. Empresa de Santa Bárbara d'Oeste que registra hoje vai pagar de novo lá na frente, e vale conhecer o calendário completo antes de fechar as contas do início.
A primeira taxa entra no pedido, a segunda na concessão, quando o INPI defere o registro. Depois disso, a marca concedida ainda gera taxa de prorrogação a cada dez anos, pra continuar valendo, e pode gerar taxa extra se alguém entrar com oposição contra o pedido ou se for preciso corrigir algo no processo. O artigo completo sobre custo de marca em Santa Bárbara d'Oeste foca na conta inicial, pedido mais honorário; aqui o ponto é lembrar que o relacionamento com o INPI não acaba no certificado.
Quem já lida com taxa recorrente entende esse calendário rápido
Santa Bárbara d'Oeste tem mais de 5,5 mil empresas atuantes (IBGE, Cempre 2021) espalhadas por metal-mecânica, autopeças, têxtil e confecção, negócios acostumados a pagar imposto, alvará e taxa municipal em datas fixas ao longo do ano. Encaixar a prorrogação da marca a cada dez anos nesse mesmo calendário é questão de agenda, não de dificuldade: quem já organiza obrigação fiscal recorrente organiza taxa de INPI do mesmo jeito.
O erro mais caro é esquecer a taxa de prorrogação e deixar o registro caducar, não pagar ela. Depois de caducado, o processo de reconquistar o mesmo nome recomeça do zero, com risco de outra empresa já ter registrado nesse meio-tempo.
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