Criar o nome de uma marca é escolher uma palavra ou expressão distintiva o suficiente pra passar pelo exame do INPI, e isso significa evitar termos genéricos ou puramente descritivos do que a empresa faz. "Metalúrgica Santa Bárbara" ou "Autopeças d'Oeste" descrevem o negócio, mas dificilmente viram marca registrável sozinhos, porque o INPI barra nome que só descreve o produto ou serviço sem nenhum elemento próprio. O nome bom nasce antes do registro, não durante.
Três critérios ajudam nessa escolha: distintividade (o nome precisa se diferenciar do que já existe na sua classe), ausência de termos genéricos do próprio ramo, e verificação prévia no e-Marcas do INPI antes de investir em identidade visual, embalagem ou fachada. Pular a verificação e só descobrir depois que o nome colide com outro já registrado transforma um problema criativo, fácil de ajustar no papel, num problema jurídico, caro de corrigir depois. O caminho completo do registro está no guia de como fazer registro de marca em Santa Bárbara d'Oeste.
Nome genérico pesa mais numa cidade com setor concentrado
Santa Bárbara d'Oeste tem a indústria respondendo por 30,5% do valor adicionado bruto do município (IBGE, 2021), com metal-mecânica, autopeças, têxtil e plástico dividindo o mesmo território. Nesse tipo de base econômica, é tentador batizar a empresa com o nome do próprio setor ou da cidade, e é exatamente aí que mora o risco: quanto mais parecido o nome for do vocabulário comum do ramo, menor a chance de ele passar como marca distintiva no exame do INPI.
Teste o nome antes de gastar com logo
A Oneck faz a pesquisa de viabilidade de graça, e o momento certo pra pedir é antes de fechar o nome, não depois de já ter cartão de visita impresso. Assim dá pra ajustar o nome cedo, sem pagar a taxa do INPI duas vezes por indeferimento. [Falar com a Oneck →]



