A taxa do INPI não cobre a marca inteira de uma vez: ela é cobrada por classe de produto ou serviço, seguindo a Classificação de Nice. Empresa que atua em mais de uma classe paga a taxa proporcional ao número de classes protegidas, não um valor único fixo. Em Rio Claro isso pega em cheio quem tem linha de produto diversificada, como boa parte do polo cerâmico da região.
Cada classe representa um ramo de atividade dentro da tabela oficial do INPI, e o pedido pode cobrir uma ou várias, dependendo do que o negócio realmente vende. Multiplicar classe multiplica taxa, mas também multiplica proteção: registrar só na classe errada deixa parte do negócio exposta. O cálculo completo de taxa mais honorário, incluindo os perfis com desconto, está no artigo sobre quanto custa registrar marca em Rio Claro.
O polo cerâmico formado por Rio Claro, Santa Gertrudes e Cordeirópolis tem fábricas como Delta, Carmelo Fior e Villagres, com linhas de revestimento, porcelanato e argamassa que às vezes cruzam mais de uma classe da tabela do INPI. Pra esse tipo de empresa, decidir em quantas classes registrar pesa direto no orçamento: proteger a coleção inteira sai mais caro do que proteger uma linha só, mas deixar uma peça de fora é convite pra concorrente copiar exatamente o que ficou sem proteção.
Quer saber em quantas classes a sua marca precisa estar pra não pagar taxa de menos nem de mais? A pesquisa de viabilidade no INPI é gratuita e já mapeia isso antes de qualquer protocolo. Errar a classe custa a taxa inteira de novo lá na frente, e ninguém quer pagar duas vezes pela mesma coleção. [Falar com a Oneck →]



