Quem sai de dentro da UNESP em Rio Claro com um projeto de pesquisa pronto pra virar negócio geralmente precisa decidir entre dois registros diferentes no INPI: patente, se o produto for uma invenção técnica nova, e marca, pro nome que vai identificar a empresa no mercado. Os dois podem ser necessários ao mesmo tempo, mas seguem sistemas e prazos completamente separados dentro do INPI.
Marca segue sete etapas dentro do e-Marcas, pesquisa, classe, GRU, protocolo, exame formal, exame de mérito e concessão, e a proteção já conta a partir do protocolo. Patente roda no e-Patentes, com exame técnico da invenção que costuma levar bem mais tempo, porque avalia se aquilo é mesmo novo e inventivo, não só se o nome está livre. A maioria dos negócios que nascem perto da UNESP, mesmo os de base tecnológica, ainda vai precisar registrar o nome da empresa como marca cedo ou tarde. O passo a passo completo desse lado está em como fazer registro de marca em Rio Claro.
Da pesquisa acadêmica ao registro: o caminho de quem sai da UNESP em Rio Claro
Rio Claro sedia o Instituto de Geociências e Ciências Exatas da UNESP e o Startup Day Rio Claro, evento de inovação voltado a universitários, pesquisadores e empreendedores que nasce justamente desse ambiente acadêmico. Um projeto de pesquisa que virou spin-off ali pode muito bem precisar de patente pra proteger a tecnologia em si, mas o nome que a empresa vai usar em cartão, site e contrato entra pelo registro de marca, o processo mais comum entre quem passa por esse tipo de evento.
Se o seu projeto saiu da UNESP e você não sabe por onde começar entre marca e patente, a Oneck orienta de graça o que fazer primeiro, sem compromisso. Enquanto a patente segue o próprio ritmo, o registro de marca pode e deve entrar cedo, porque a proteção começa no protocolo. [Falar com a Oneck →]



