O passo a passo do INPI não tem edição anual: as sete etapas, pesquisa, classe, GRU, protocolo, exame, deferimento e certificado, são as mesmas em 2025 que em qualquer outro ano recente, inclusive pra quem está em Rio Claro. O que muda de tempos em tempos é o valor da taxa e o tamanho da fila de exame, dado que se confirma direto em gov.br/inpi, não em blog algum.
Quem busca "passo a passo 2025" geralmente quer ter certeza de que a informação não envelheceu, o que faz sentido: taxa muda, fila varia, mas a estrutura do processo é estável há anos. O guia completo de como fazer registro de marca em Rio Claro detalha as sete etapas com o que fazer em cada uma, sem prazo chutado.
Rio Claro fechou 2023 com PIB per capita de R$ 76.592,54, alta de 11,16% sobre o ano anterior e o maior valor entre as cidades médias da região, à frente de São Carlos, Limeira e Araraquara. Esse ritmo de crescimento é justamente o tipo de sinal que deveria acelerar o registro, não adiar: negócio que expande rápido tende a lançar produto, abrir loja ou entrar em praça nova antes de checar se o nome segue livre, e cada mês de atraso é um mês a mais de risco de outro protocolar primeiro. Isso vale tanto pra uma fábrica do polo cerâmico que lança coleção nova quanto pra um serviço técnico que nasce agora perto da UNESP: nenhum dos dois ganha nada em esperar o "momento certo" pra proteger o nome, porque o momento certo, no INPI, é sempre o mais cedo possível.
Se a dúvida é só "o processo ainda funciona assim em 2025", a resposta é sim, e o primeiro passo real continua sendo a pesquisa de viabilidade gratuita da Oneck, o jeito de não pagar a taxa do INPI de novo por causa de um indeferimento que dava pra prever. [Falar com a Oneck →]



