Fazer o registro de marcas, no plural, significa repetir as sete etapas do INPI pra cada nome que a empresa quer proteger: marca principal, linha de produto, submarca. Em Rio Claro isso aparece bastante em quem lança coleção nova todo ano, porque cada nome pede pesquisa, classe e taxa próprias, não dá pra empacotar tudo num pedido só.
O passo a passo em si não muda de um registro pro outro: pesquisa de viabilidade, classe pela Classificação de Nice, GRU, protocolo, exame formal, exame de mérito e certificado se repetem pra cada marca. O que muda é a estratégia de prioridade, decidir qual nome protocolar primeiro quando o orçamento não dá pra registrar tudo de uma vez, geralmente a marca guarda-chuva da empresa antes das linhas de produto que dependem dela. O guia completo de registro de marca passo a passo em Rio Claro detalha cada uma dessas sete etapas.
No polo cerâmico que Rio Claro forma com Santa Gertrudes e Cordeirópolis, fábricas como Delta, Carmelo Fior e Villagres lançam coleção de porcelanato com frequência, cada uma com nome próprio de linha. Multiplicar registros de marcas é rotina nesse setor, e a Associação Comercial e Industrial de Rio Claro, fundada em 1922, ainda mantém uma Central do MEI que ajuda quem está começando a entender que cada linha nova é um pedido novo no INPI, não uma extensão automática do registro anterior.
Se sua empresa em Rio Claro tem mais de um nome pra proteger, a Oneck monta a ordem de prioridade e faz a pesquisa de viabilidade de cada um de graça, antes de você decidir onde gastar a taxa primeiro. Registrar fora de ordem, ou esquecer uma linha, costuma custar mais caro depois. [Falar com a Oneck →]



