Registro de marca 100% grátis não existe em nenhum lugar do Brasil, nem em Piracicaba: o INPI cobra a GRU, taxa oficial paga no protocolo e de novo na concessão. O que é gratuito de verdade é a pesquisa de viabilidade, a etapa que confirma se o nome está livre na sua classe antes de gastar qualquer centavo com a taxa.
Quem promete "registro grátis" geralmente está confundindo com essa pesquisa, ou embutindo o custo do honorário em algum lugar que não aparece de cara na proposta. O valor exato da GRU muda conforme o perfil de quem pede, e você confirma direto em gov.br/inpi. Pra entender as sete etapas completas, do protocolo ao certificado, e onde exatamente entra cada custo no meio do caminho, o guia completo de registro de marca em Piracicaba detalha o processo inteiro.
Em Piracicaba esse mal-entendido tem um terreno fértil: o parque metalmecânico e a cadeia sucroalcooleira da cidade carregam empresas familiares com décadas de nome usado sem nunca ter passado pelo INPI, porque "todo mundo aqui já conhece a gente" virou desculpa pra nunca formalizar nada, inclusive pagar a taxa. Com PIB per capita de R$ 104.770,09 (IBGE, 2023), a 31ª posição entre municípios brasileiros, boa parte desse tecido econômico tem caixa de sobra pra pagar uma GRU e continua achando que registro é burocracia opcional e gratuita.
Antes de decidir se vale pagar a taxa agora, descubra de graça se o nome da sua empresa está livre no INPI: a Oneck faz essa pesquisa sem custo, sem compromisso de fechar contrato depois. Confirmar antes sai mais barato do que pagar a GRU duas vezes por causa de um indeferimento que a pesquisa teria evitado. [Falar com a Oneck →]



