Pesquisar marca e pesquisar patente não seguem o mesmo calendário, e confundir os dois prazos é o tipo de deslize que só aparece depois que já causou dano. A pesquisa de patente pede sigilo antes do pedido: mostrar o mecanismo em público, numa demonstração, vídeo ou artigo técnico, pode destruir a novidade mundial que a patente exige. A pesquisa de marca não tem esse risco. Divulgar o nome antes não impede o registro, só aumenta a chance de alguém copiar antes de você proteger o que já é seu por direito de uso.
Isso muda a ordem prática de quem inventa um equipamento e batiza um produto ao mesmo tempo. Faz sentido pesquisar e depositar a patente primeiro, ou pelo menos antes de qualquer demonstração pública, justamente porque a novidade técnica se perde com facilidade. O nome comercial já pode ser pesquisado e registrado em paralelo, sem essa urgência de sigilo. O guia completo de consulta de marca no INPI em Piracicaba detalha como funciona essa parte, a da marca, com mais profundidade.
O ecossistema de agtechs e startups que nasce ao redor da ESALQ/USP em Piracicaba, com eventos de inovação como o EP Agro Summit e a Arena Agro realizada no Pecege, é onde esse detalhe pesa mais. Startup que leva protótipo pra mostrar num evento local, antes de qualquer pedido de patente protocolado, corre o risco real de perder a novidade da invenção, mesmo com a boa intenção de captar investimento. O nome do produto, por outro lado, pode e deve ser pesquisado e levado ao INPI nesse mesmo período, sem prejuízo nenhum por ter aparecido em público antes.
A Oneck cuida da pesquisa e do registro de marca, com viabilidade gratuita antes de qualquer taxa. Enquanto você decide o momento certo de proteger a invenção, já dá pra deixar o nome resolvido. [Falar com a Oneck →]



