Marca e patente são consultadas em sistemas diferentes dentro do próprio INPI. Marca se pesquisa no e-Marcas, olhando colisão de nome dentro da sua classe de atividade. Patente se pesquisa na Busca de Patentes, olhando se a invenção já é conhecida em qualquer lugar do mundo. Tratar as duas buscas como se fossem a mesma coisa é o jeito mais rápido de proteger a coisa errada.
A diferença vai além do sistema usado, muda também o critério de avaliação em cada busca. Marca compete por semelhança gráfica ou fonética dentro do mesmo ramo, então dois nomes parecidos podem conviver tranquilos em ramos diferentes sem gerar conflito. Patente compete por novidade técnica, e o padrão de comparação é o mundo inteiro, além do Brasil: se a solução já existe em qualquer país, em qualquer idioma, a novidade cai por terra. Pra entender a fundo como funciona a leitura de colisão do lado da marca, tem o guia completo de consulta de marca no INPI em Piracicaba.
O parque metalmecânico de Piracicaba, que fabrica máquinas e implementos agrícolas ao lado de multinacionais como Caterpillar e Hyundai instaladas na região, é exatamente onde essa confusão aparece com mais frequência. Uma empresa cria um mecanismo novo pra colheita ou pra processamento da cana e naturalmente pensa em patentear a invenção, mas esquece de consultar se o nome comercial do equipamento já colide com outra marca registrada na mesma classe. Em 20+ anos de mercado e mais de 500 marcas levadas ao certificado, a Oneck já viu produto tecnicamente inédito nascer com nome que não tinha chance nenhuma de passar no INPI.
A Oneck cuida da parte de marca, com pesquisa de viabilidade gratuita antes de qualquer taxa entrar em jogo. Descobrir agora que o nome colide custa zero. Descobrir depois do indeferimento custa uma nova taxa do INPI inteira. [Falar com a Oneck →]



