Registro de marca no INPI não tem uma taxa só. Tem a do pedido, a da concessão quando a marca é deferida e, se você quiser manter a proteção viva, a de prorrogação a cada dez anos. Em Limeira, montar o orçamento certo significa somar essas taxas ao longo do tempo, não parar na primeira que aparece numa busca rápida.
A taxa de pedido é paga no protocolo, direto pelo sistema e-Marcas, via GRU. A segunda, a de concessão, só existe se o INPI deferir a marca, e fica pendente até esse momento. Depois disso, o registro dura dez anos e precisa ser prorrogado, o que gera outra taxa. Fora esse ciclo básico, existem taxas específicas pra situações pontuais: contestar um pedido (oposição), pedir revisão de uma negativa (recurso) ou alterar dados do titular depois de registrada a marca. O honorário de quem conduz o processo é separado de tudo isso, cobre a parte estratégica, pesquisa, classe certa, protocolo e acompanhamento. O artigo sobre quanto custa registrar marca em Limeira detalha a divisão completa entre taxa e honorário.
Em Limeira, o tema das taxas do INPI já é debatido dentro da própria cidade: a ACIL, associação comercial e industrial local, opera um serviço próprio de registro de marcas pra quem é associado. Isso mostra que o assunto já faz parte da rotina de quem empreende aqui, não chegou agora. A Oneck também é de Limeira, mas atende sem depender de vínculo associativo: em 20 anos de mercado e mais de 500 marcas levadas do protocolo ao certificado, cuida do processo inteiro, das taxas do INPI ao acompanhamento até a prorrogação, pra qualquer negócio da cidade.
Antes de decidir sozinho quantas taxas vai precisar pagar e quando, vale confirmar com quem já fez esse cálculo centenas de vezes. A pesquisa de viabilidade é gratuita, e evita o pior cenário: pagar a taxa do INPI de novo porque o primeiro pedido voltou indeferido. Falar com a Oneck →



