Dá para fazer registro de marca sozinho no INPI: o sistema e-Marcas é aberto para qualquer pessoa, sem exigência de advogado ou despachante no meio do caminho. Acesso todo mundo tem. O que costuma faltar em quem faz sozinho é saber ler a pesquisa de viabilidade direito e enquadrar a classe certa, as duas etapas que mais geram indeferimento.
Ir sozinho funciona bem quando o nome é claramente livre e a classe é óbvia. O problema aparece quando existe algo parecido na base do INPI e a pessoa não sabe se aquilo é motivo real de bloqueio ou só uma coincidência inofensiva; nesse ponto, quem nunca leu um resultado de pesquisa tende a decidir errado, para os dois lados, seja desistindo de um nome livre por medo, seja protocolando um nome que vai travar no exame de mérito. O passo a passo completo, incluindo o que fazer diante de um resultado duvidoso, está no guia de registro de marca em Limeira.
Fazer sozinho em Limeira tem um agravante específico. A cidade é o maior polo de joia folheada e semijoia do Brasil, com fábricas e lojas concentradas na Avenida Costa e Silva. Nesse tipo de mercado saturado, a chance de existir um nome parecido, na escrita ou no som, dentro da mesma classe, é bem maior do que a média nacional, exatamente a situação em que ler a pesquisa sozinho custa mais caro errar.
Sozinho ou com ajuda, o primeiro passo é o mesmo: pesquisa de viabilidade. A Oneck faz essa parte de graça, com 20 anos de INPI e mais de 500 marcas já registradas na conta, então se o resultado vier limpo, você segue sozinho tranquilo; se vier duvidoso, já sabe o motivo antes de pagar a taxa. Falar com a Oneck →



