O valor que aparece no site do INPI é a taxa oficial, a GRU, cobrada em dois momentos: no pedido e na concessão. Ela muda conforme o perfil de quem registra, com redução pra MEI, ME/EPP e pessoa física, e fica sempre em gov.br/inpi, porque a tabela é atualizada com o tempo. Esse valor cobre só a taxa; pesquisa de viabilidade, escolha da classe e acompanhamento até o certificado ficam por conta do honorário, cobrado à parte.
Confundir "valor no INPI" com o custo total do registro é onde mais gente erra. A taxa é o número que o governo cobra pelo processo, mas quem decide se o pedido chega até o fim é o trabalho que vem antes dela: pesquisar se o nome está livre e escolher a classe certa. No artigo completo sobre quanto custa registrar marca em Campinas tem a conta cheia, taxa mais honorário, sem letra miúda.
O cenário local: onde procurar o valor certo
Campinas tem tradição de negócio organizado. A ACIC, Associação Comercial e Industrial de Campinas, existe desde 1920, mais de 100 anos de atuação, sede da 7ª região da Facesp e reúne empresas de 37 municípios da região. Mas o valor oficial do registro de marca nunca está na página de uma associação, por mais tradicional que seja; está sempre em gov.br/inpi. Com 215.772 empresas ativas disputando espaço na cidade (Econodata, 2026), é fácil cair numa tabela de terceiro que promete "valor fixo" quando a tabela real do INPI muda com o tempo.
A pesquisa de viabilidade é de graça, e é o primeiro passo antes de qualquer conta. Fazer isso agora evita pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento por classe errada ou nome já ocupado, o erro mais comum de quem tenta calcular o valor sozinho. Falar com a Oneck →



