Pesquisar marca e pesquisar patente não seguem o mesmo método, mesmo as duas rodando dentro do INPI. A pesquisa de marca compara escrita e som: ela pergunta se existe algo parecido, na sua classe, que possa confundir o consumidor. A pesquisa de patente é técnica, chamada de busca de anterioridade: ela pergunta se aquela solução, aquele mecanismo, aquele processo, já foi descrito antes em qualquer lugar do mundo, não só no nome. Tratar as duas pesquisas como se fossem o mesmo exercício é o jeito mais rápido de fazer mal feita justamente a que decide se o seu pedido vinga.
O guia completo de consulta de marca no INPI em Campinas aprofunda a pesquisa de marca: onde fazer, o erro de olhar só nome idêntico e a diferença entre busca rápida e pesquisa de viabilidade de verdade. A pesquisa de patente pede leitura técnica adicional, porque o critério de novidade é mais rígido e mais amplo que o de simples semelhança de nome.
Uma cidade grande o bastante pra sentir essa diferença
Campinas tem quase 1,19 milhão de habitantes espalhados por 794,571 km² (IBGE), território grande o suficiente pra abrigar, lado a lado, o salão de bairro que só precisa pesquisar nome de marca e o laboratório que desenvolve produto e precisa também de busca de anterioridade antes de patentear. Cidade desse tamanho não tem um único tipo de pesquisa que sirva pra todo mundo, tem dois métodos rodando ao mesmo tempo, cada um resolvendo um problema diferente.
Saber qual pesquisa o seu caso pede, e até onde ela protege, é o primeiro passo antes de gastar com registro. A Oneck faz essa leitura de graça: você conta o que quer proteger, a gente aponta o método certo e evita que você pague taxa do INPI de novo por causa de pedido mal direcionado desde o início. Falar com a Oneck →



