Nem todo negócio em Campinas precisa fazer a consulta de marca e a consulta de patente ao mesmo tempo. Quem vende serviço, seja consultoria, salão ou clínica, cuida do nome, ou seja, da marca. Quem desenvolve um produto físico, uma peça, um processo ou um equipamento novo, precisa também verificar se aquela invenção já foi descrita antes em algum pedido de patente. São perguntas diferentes, e a resposta erra o alvo se você tratar as duas como se fossem uma coisa só.
A consulta de marca em si, gratuita e feita direto no sistema do INPI, está explicada em detalhe no guia completo de consulta de marca no INPI em Campinas, incluindo o erro mais comum (achar que só nome idêntico barra o pedido, quando nome parecido também barra). Esse guia cobre a marca; a consulta de patente segue lógica própria, de busca de anterioridade técnica, não de semelhança de nome.
O corte que separa quem precisa das duas em Campinas
Campinas tinha 128.730 MEIs ativos até o fim de 2024, alta de 74,4% em cinco anos (Sebrae-SP), a maioria em serviço, o perfil que geralmente resolve tudo só com a consulta de marca. Do outro lado da cidade, quem sai de um projeto de base tecnológica, do tipo que nasce dentro do ecossistema ligado à Unicamp, lida com invenção de verdade, e aí a consulta de patente entra na lista antes de qualquer conversa com investidor ou fornecedor.
Se você não sabe de que lado dessa linha o seu negócio está, essa é a primeira pergunta a responder antes de gastar dinheiro com o INPI. A Oneck avalia seu caso de graça: você conta o que está registrando, a gente diz se o caminho é só marca, só patente ou as duas, e evita que você pague taxa outra vez porque protocolou no lugar errado. Falar com a Oneck →



