A consulta de registro de marcas é gratuita em Campinas e em qualquer outra cidade do Brasil, feita direto no sistema e-Marcas do INPI, em gov.br/inpi. O registro em si tem taxa, sempre, e só faz sentido depois que a consulta mostra se o nome está livre na classe certa. Buscar o nome no Google ou no Instagram não substitui essa etapa, porque nenhum dos dois usa a base oficial que decide se o pedido é aceito.
Esse é um dos pontos que mais gera confusão em quem pesquisa qualquer variação de "registro de marca grátis": a pesquisa de viabilidade sempre foi gratuita, o desconto de até 50% na taxa é outra coisa, reservado a perfis específicos como MEI, ME/EPP e pessoa física. O guia completo sobre gratuidade e desconto no registro de marca em Campinas detalha quem tem direito a esse desconto e como comprovar o enquadramento sem travar o pedido.
Em Campinas, essa confusão aparece cedo demais em quem sai de um evento como o Startup Day ou o Encontro com Investidores da Inova Unicamp: o fundador registra domínio, perfil no Instagram e até cartão de visita antes de rodar a consulta no INPI. O Parque Científico e Tecnológico da Unicamp já chegou à ocupação máxima em 2025, com 82 empresas ligadas ao ecossistema, e a Vila das Startups em construção deve dobrar essa fila. Quanto mais gente nascendo com o mesmo tipo de nome de startup, maior o risco de colisão pra quem deixa a consulta pra depois.
A gente faz essa consulta de graça, na base oficial do INPI, antes de você fechar identidade visual ou imprimir qualquer material com o nome escolhido. Rodar a consulta certa agora custa zero; descobrir depois que o nome colide com outro na mesma classe custa a taxa do INPI de novo, por indeferimento. Falar com a Oneck →



