Não existe uma versão 2026 do registro de marca diferente da de 2025 ou de 2027: o caminho continua sendo as mesmas sete etapas dentro do e-Marcas, da pesquisa ao certificado. O que muda de ano pra ano é só o valor da GRU, atualizado periodicamente pelo INPI. Em Campinas, o motivo pra levar 2026 a sério mora no calendário da própria cidade, não no do INPI: é o ano em que a Vila das Startups do Parque Científico da Unicamp sai do papel.
O processo em si já está descrito em detalhe no guia completo de como fazer registro de marca em Campinas, com as sete etapas, os prazos reais e a diferença entre proteção (que começa no protocolo) e certificado (que sai depois do exame). Vale a leitura antes de protocolar qualquer coisa, porque é ali que mora a diferença entre um pedido bem feito e um indeferimento evitável.
Campinas em 2026: o que muda na prática
O Parque Científico e Tecnológico da Unicamp bateu ocupação máxima em 2025, com 82 empresas no ecossistema, e a Vila das Startups nasce logo depois com capacidade pra mais de 60 negócios novos. O Startup Day Campinas 2026 já aconteceu em março, reunindo fundadores que vão captar investimento ainda este ano. Cada um desses negócios novos entra num funil onde quem registra o nome primeiro tem prioridade, então esperar "o ano ficar mais calmo" pra cuidar da marca é a decisão errada justamente no ano em que mais gente está fazendo a mesma coisa ao mesmo tempo.
Isso vale tanto pra quem sai direto da Unicamp com um produto quanto pra qualquer negócio tradicional de Campinas que só decidiu formalizar o nome agora. O calendário do INPI é nacional e não olha pra Vila das Startups, mas o volume de negócios nascendo ao redor dela em 2026 aumenta a chance de dois fundadores quererem o mesmo nome no mesmo ano.
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