Registrar marca de roupa segue os mesmos sete passos de qualquer registro no INPI: pesquisa, classe, taxa, protocolo, exame, deferimento e certificado. A diferença fica no passo da classe. Quem cria e vende roupa em Campinas costuma precisar de duas classes de Nice, uma para a confecção e outra para o comércio, e registrar só a primeira deixa metade do negócio desprotegido.
A Classificação de Nice separa "fabricar roupa" de "vender roupa" em classes diferentes, e uma marca de moda quase sempre faz as duas coisas, ainda que só uma delas apareça no cartão de visita. Enquadrar a atividade certa é o segundo dos sete passos do processo, e é onde nasce boa parte dos indeferimentos de quem tenta sozinho. O guia completo de como fazer registro de marca em Campinas detalha as sete etapas de ponta a ponta, do protocolo ao certificado.
Campinas tem 215.772 empresas ativas segundo a Receita Federal, e comércio varejista é um dos setores com mais negócios abertos na cidade. Marca de roupa vive nesse cruzamento: confecção de um lado, loja física ou virtual do outro, disputando nome dentro de um mercado grande demais para confiar só numa busca no Instagram. Quanto mais cedo a classe certa entra no pedido, menor a chance de descobrir depois que faltou proteger metade do negócio.
Antes de protocolar, vale confirmar se o nome está livre nas duas classes que a sua marca de roupa realmente ocupa, não só na que veio primeiro à cabeça. A pesquisa de viabilidade da Oneck é gratuita e evita que você pague a taxa do INPI de novo por causa de uma classe esquecida logo na largada. Falar com a Oneck →



