Fazer o registro da marca começa antes do protocolo, começa com a pesquisa de viabilidade dentro do e-Marcas, sistema oficial do INPI. Em Campinas, cidade com mais de 215 mil empresas ativas competindo por nome dentro das mesmas classes, pular essa etapa é o jeito mais comum de acabar pagando a taxa de novo depois de um indeferimento previsível. Só depois de confirmar que o nome está livre na sua classe é que faz sentido pensar em GRU e protocolo.
Muita gente entende "fazer o registro" como preencher um formulário e pagar uma taxa. Na prática, o caminho tem sete etapas dentro do e-Marcas, da pesquisa ao certificado, e a primeira delas decide se as outras seis valem o tempo investido. Errar a pesquisa e a definição de classe é a causa mais comum de indeferimento, e ali a taxa some junto com o pedido. O guia completo de como fazer registro de marca em Campinas detalha as sete etapas uma por uma, com o que fazer se aparecer algo parecido no meio do caminho.
Campinas concentra 2,7% de todos os CNPJs abertos no estado de São Paulo e tem a ACIC, associação comercial fundada em 1920, reunindo desde empresa centenária até startup recém-saída do Parque Científico da Unicamp. Nesse volume de negócio, a chance de já existir um nome parecido no seu segmento é real, e é exatamente isso que a pesquisa de viabilidade serve pra descobrir antes, não depois de pagar a GRU.
A Oneck já levou mais de 500 marcas do protocolo ao certificado em 20 anos de INPI, e a pesquisa de viabilidade que decide se o resto do processo vale a pena é gratuita, sem compromisso de fechar depois. Fazer certo da primeira vez evita pagar a taxa do INPI de novo por um indeferimento que dava pra prever. Falar com a Oneck →



