Registrar uma marca no INPI custa R$ 440 por classe pra MEI, ME/EPP, pessoa física e entidades sem fins lucrativos, ou R$ 880 por classe pra empresa comum sem desconto, pagamento único que já cobre exame, certificado e a primeira década de proteção. Confira a tabela completa e a fonte oficial. Já o custo de não registrar não entra em tabela nenhuma: aparece depois, na forma de identidade visual refeita, letreiro trocado ou negociação pra comprar de volta o próprio nome de quem chegou primeiro no INPI.
O que muda de negócio pra negócio na taxa oficial é só o enquadramento: desconto de 50% pra MEI, ME/EPP, pessoa física e algumas outras categorias, isenção total pra quem é de baixa renda (CadÚnico) ou tem deficiência, taxa cheia pros demais. O honorário de quem cuida da pesquisa de viabilidade, da escolha da classe certa e do acompanhamento até o certificado é parecido independente do porte. E quem registra depois de um concorrente já ter pego o nome perde o direito de uso, mesmo tendo criado a marca primeiro, se não protocolou primeiro.
O PIB de Araras saltou de R$ 6,94 bilhões em 2021 pra R$ 10 bilhões em 2023, alta de cerca de 44% em dois anos, segundo o IBGE. Economia que cresce nesse ritmo tem mais empresa nova nascendo ao mesmo tempo, competindo pelos mesmos nomes livres na mesma classe de atividade. Em 20 anos de INPI e mais de 500 marcas registradas, o erro mais caro que a Oneck já viu não foi no valor da taxa nem do honorário: foi em quem esperou pra registrar e teve que recomeçar o processo do zero, taxa incluída, depois de perder o nome pra outra empresa.
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