Não existe uma tabela única de preço pro registro de marca no INPI, porque o valor muda conforme perfil de quem pede, MEI, ME/EPP e pessoa física pagam menos, e conforme quantas classes de atividade a marca protege. Em Araras, negócio que atua em mais de um ramo, fabricando o produto e também cuidando da própria embalagem, por exemplo, paga taxa por classe adicional, e o preço final acompanha esse número.
O sistema de classes existe porque o INPI protege a marca dentro de um ramo de atividade específico, a chamada classificação de Nice, e cada classe é um pedido com taxa própria: proteger a marca em três ramos custa a soma de três taxas. É por isso que dois negócios do mesmo porte podem pagar preço final diferente, um protegido numa classe só, outro em três. Pedir preço fechado sem antes mapear as classes é pedir número que não serve pra nada. O guia completo de quanto custa registrar uma marca explica a taxa do INPI e o honorário que cobre a escolha certa da classe.
O cenário local
Araras tem empresa que ilustra bem essa conta: a Toppan Packaging fabrica embalagem, atividade que pode exigir mais de uma classe se a marca também estampar produto próprio, não só o serviço de embalar pro cliente. O mesmo vale pra negócio menor ligado à ACIA que vende produto e presta serviço com a mesma marca, caso comum entre quem participa do FESTCOM, o festival de compras da associação: preço final depende de quantas frentes a marca cobre, não só do porte da empresa. Até o pequeno negócio da Feira do Agricultor, se vender produto próprio e também prestar serviço com o mesmo nome, entra nessa conta de mais de uma classe.
Mapear as classes é parte da pesquisa de viabilidade, e a Oneck faz isso sem cobrar. Classe errada no protocolo significa recomeçar o pedido, com GRU nova. Falar com a Oneck →



