Dá pra registrar uma marca sozinho, direto no site do INPI, pagando só a taxa oficial (menor pra MEI e ME/EPP). O risco é errar a classe ou pesquisar mal antes de protocolar, o que gera indeferimento, e aí a taxa é paga de novo, do zero. Em Araras, isso pesa mais pra quem começou pequeno numa feira ou bazar e está prestes a crescer.
O valor de registrar tem duas partes: a taxa do INPI, paga via GRU no protocolo e na concessão, e o honorário de quem cuida do processo, quando você opta por contratar. Fazer sozinho corta o honorário, mas o risco continua o mesmo: a pesquisa de viabilidade malfeita e a classe errada são onde a maioria dos pedidos cai, e cada indeferimento custa a taxa inteira outra vez. O guia completo sobre o custo de registrar marca em Araras detalha a diferença entre taxa e honorário.
A Feira do Agricultor de Araras acontece toda quarta-feira no Parque Ecológico desde 2017, reunindo produtor rural, artesanato e food truck, o tipo de negócio que costuma nascer informal e só pensar em registrar a marca depois que já tem clientela fiel. A ACIA também organiza o FESTCOM, festival de compras já na 11ª edição, evento que expõe esses nomes pro público de fora da feira semanal. Quanto mais gente conhece a marca, maior o prejuízo se outro negócio registrar o mesmo nome primeiro.
Antes de decidir entre fazer sozinho ou contratar, vale saber se o nome está livre, e essa parte é de graça com a Oneck. É o jeito de não pagar a taxa do INPI duas vezes por um erro que dava pra evitar na largada. Falar com a Oneck →



