Registrar uma marca no INPI segue uma sequência fixa, e o valor aparece em pontos específicos dela: a pesquisa de viabilidade não custa nada, o protocolo do pedido cobra a primeira taxa (via GRU) e a concessão, quando a marca é deferida, cobra a segunda. Em Araras, o caminho é o mesmo pra qualquer negócio, de food truck da Feira do Agricultor a indústria de porte maior; o que muda é quanto cada etapa custa conforme o porte de quem pede.
O processo tem duas frentes que só juntas fecham a conta. Uma é a taxa do INPI, paga duas vezes (protocolo e concessão), com desconto pra MEI, ME/EPP e pessoa física; a tabela oficial muda com o tempo e o valor exato fica em gov.br/inpi. A outra é o trabalho de quem toca o processo: pesquisa de viabilidade de verdade, escolha da classe certa e acompanhamento até o certificado sair, etapa em que a maioria dos pedidos tropeça. O guia completo sobre quanto custa registrar marca em Araras detalha as duas contas separadas.
A Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Araras (ACIA), fundada em 1923, mantém um posto do Sebrae Aqui em parceria com a Prefeitura, voltado justamente a micro e pequenos empreendedores que estão organizando os primeiros passos do negócio, entre eles decidir quando registrar a marca. É orientação geral, útil pra entender o processo; o protocolo em si segue o rito do INPI, gratuito numa etapa, pago nas outras duas, e nenhum posto físico substitui isso.
A pesquisa de viabilidade que decide se o nome está livre não custa nada, e é o que evita descobrir só depois de pagar a primeira taxa que o pedido já nasceu com um problema. Quer saber exatamente em que etapa do processo você está e quanto falta pra fechar a conta? Falar com a Oneck →



