Dá pra fazer o registro de marca sozinho: o sistema e-Marcas do INPI é aberto pra qualquer pessoa, sem exigir agência ou advogado no meio do caminho. O risco de quem vai sozinho mora nos dois primeiros passos, pesquisa de viabilidade e definição de classe, porque é ali que nasce a maioria dos indeferimentos. Em Araras, esse risco vale tanto pra quem monta um MEI quanto pra indústria já estabelecida.
Sozinho, o caminho é o mesmo de sempre: pesquisa, classe, taxa, protocolo, exame formal, exame de mérito e certificado. A diferença entre fazer sozinho e ter alguém que já fez isso centenas de vezes está em saber ler nome parecido, na escrita ou no som, dentro da classe certa, algo que sistema nenhum avisa sozinho. Errar aqui custa a taxa inteira de novo. O passo a passo detalhado de cada etapa está em registro de marca passo a passo em Araras.
Araras tem, no Teatro Estadual Maestro Francisco Paulo Russo, projeto de Oscar Niemeyer inaugurado em 1991, um prédio público cuja planta tem literalmente a forma de uma arara em voo: prova de que identidade forte nasce de escolha deliberada. Criar sozinho o nome e a cara da marca funciona assim, e é a parte boa de fazer por conta própria. A parte técnica, pesquisar colisão na base do INPI e enquadrar a classe certa, pede outro tipo de atenção, mais parecida com engenharia do que com criatividade.
Fazer sozinho não precisa ser fazer no escuro. A pesquisa de viabilidade no INPI é gratuita, a Oneck faz sem custo, e é o jeito de saber se o nome escolhido sozinho sobrevive antes de pagar a taxa. Falar com a Oneck →



