O INPI cobra a taxa de registro de marca em mais de um momento: uma vez no protocolo do pedido, outra na concessão (quando a marca é deferida) e, dali a dez anos, na renovação, sem a qual o registro caduca. Pra quem abre negócio em Americana agora, o primeiro boleto é só a largada: o custo de manter a marca registrada ao longo do tempo entra na conta desde o início.
A taxa paga ao INPI, a GRU, muda de valor conforme o perfil de quem registra (MEI, ME/EPP e pessoa física pagam menos) e é só uma parte da conta: o honorário de quem cuida da pesquisa de viabilidade, da classe certa e do acompanhamento até o certificado é a outra. Na Oneck esse honorário fica entre R$ 1,8 mil e R$ 3,5 mil. Pra entender a divisão completa entre taxa e honorário, e por que "registro de marca grátis" só existe pra consulta, tem o guia completo de quanto custa registrar uma marca em Americana.
Americana formalizou 8.115 novas empresas em 2025, alta de 12,7% sobre o ano anterior, a maioria em serviços (67,7%) e comércio (16,7%), segundo o Observatório Econômico da Prefeitura de Americana. Negócio que nasce agora e já pensa nas taxas de manutenção da marca, não só na taxa inicial do protocolo, entra num regime de proteção mais barato do que quem lembra da renovação só quando o prazo já está estourando.
A pesquisa de viabilidade que a Oneck faz é gratuita e mostra de cara todas as taxas envolvidas no seu caso, do protocolo à renovação, não só a primeira parcela. Vale mais confirmar isso agora do que pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento evitável. Falar com a Oneck →



