Patente e marca são pedidos diferentes no INPI, com regra de manutenção diferente. A patente exige o pagamento de uma retribuição anual a partir de determinado ano de vigência, com valor fixado na tabela oficial do INPI. A marca não paga taxa anual nenhuma, só renova a cada dez anos. Em Americana, quem digita essa pergunta, na maioria das vezes, quer mesmo é proteger o nome do negócio, não uma invenção, então vale confirmar qual dos dois processos é o seu antes de pagar taxa no órgão errado.
A confusão entre marca e patente é comum o bastante pra render um trecho inteiro no guia completo de quanto custa registrar uma marca em Americana. Se a dúvida é sobre nome, logotipo ou identidade do negócio, o processo certo é o de marca, com taxa de protocolo e de concessão pagas ao INPI. A retribuição anual é conta de quem registrou uma invenção, um processo técnico, não um nome comercial, e é aí que muita gente perde tempo pesquisando o valor errado.
Americana tem tradição têxtil (fiação, tecelagem, tingimento, malharia) e também um braço voltado à inovação, organizado pela ACIA através do Polo Tec Tex. Em 2025, 770 das novas empresas formalizadas na cidade (9,4% do total, segundo o Observatório Econômico da Prefeitura) nasceram na indústria, setor em que processo produtivo novo pode, sim, virar pedido de patente. Mas isso é exceção: a maioria dos negócios locais, do têxtil ao comércio, tem no nome da marca o ativo que precisa proteger primeiro, muito antes de pensar em patentear qualquer coisa.
Se a sua dúvida virou "então eu preciso registrar marca ou patente", vale esclarecer isso antes de gastar com o pedido errado. A pesquisa de viabilidade de marca é gratuita e evita pagar a taxa do INPI de novo por um indeferimento que dava pra ter evitado. Falar com a Oneck →



