Americana

O que é preciso para fazer um registro de marca em Americana

23 de agosto de 20262 min de leitura
O que é preciso para fazer um registro de marca em Americana

Pra fazer um registro de marca em Americana, você precisa reunir quatro coisas antes de abrir o sistema do INPI: CPF ou CNPJ com atividade compatível com o que a marca vai vender, o nome (ou a logo, se for marca mista) já definido, a classe de Nice certa e o valor da GRU separado pra pagar a taxa. Falta um desses itens e a primeira das sete etapas, a pesquisa de viabilidade, já começa capenga.

Reunir esses dados resolve só a parte burocrática. O pedido inteiro roda dentro do e-Marcas, sem visita a órgão nenhum, mas antes de protocolar ainda falta confirmar se o nome está livre na sua classe, etapa que decide a maioria dos indeferimentos, e emitir a guia de pagamento nos dois momentos em que ela é cobrada, no pedido e na concessão. O passo a passo completo, com o detalhe de cada uma das sete etapas depois desse checklist inicial, está no guia de como fazer registro de marca em Americana.

Americana tinha 87.286 pessoas ocupadas em empresas atuantes e 35,9% da população total empregada formalmente em 2021, segundo o IBGE, distribuídas em 12.755 empresas atuantes na cidade. Muita gente ali trabalha em negócio formal, com CNPJ ativo, mas isso não quer dizer que os quatro itens desse checklist já estejam prontos: é comum uma confecção ou malharia da cadeia têxtil ter CNPJ há anos e nunca ter parado pra checar se a atividade cadastrada bate com o que a marca realmente vende hoje.

Confirmar se seu checklist está completo, e se o nome escolhido está mesmo livre na classe certa, é o que a pesquisa de viabilidade da Oneck faz de graça, sem compromisso de fechar depois. Sai bem mais barato descobrir agora do que pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento que dava pra evitar. Falar com a Oneck →

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