O custo de registrar marca (o pedido que interessa a quase toda empresa de Americana) soma duas contas: a taxa oficial do INPI, paga via GRU no protocolo e de novo na concessão, e o honorário de quem conduz o processo. Patente segue lógica parecida, mas com tabela própria, mais cara, porque o exame técnico de uma invenção é bem mais longo do que o de um nome. Nenhuma das duas conta é fixa nem "padrão de mercado", varia conforme o perfil de quem pede.
Achar o valor da taxa não é o engano mais caro. O engano de verdade é pagar a taxa certa duas vezes, uma vez de menos. Isso acontece quando o pedido é indeferido por classe errada ou nome já registrado, e o INPI cobra a taxa de novo pro segundo protocolo. É aí que o honorário se paga: você paga para acertar de primeira, não para bancar a burocracia. Pra ver a tabela completa da taxa por perfil (MEI, ME/EPP, pessoa física) e a faixa de honorário da Oneck, tem o guia completo de quanto custa registrar marca.
O cenário local: empresa nova em Americana precisa orçar isso desde o início
Americana formalizou 8.115 novas empresas em 2025, alta de 12,7% sobre o ano anterior, a maioria em serviços (67,7%) e comércio (16,7%), segundo o Observatório Econômico da Prefeitura. Empresa que abre e deixa o registro de marca pra "quando sobrar caixa" trata como gasto secundário justamente o item que, se ignorado, custa muito mais caro depois: refazer identidade visual, trocar fachada e embalagem, ou negociar a compra do próprio nome de volta de quem registrou primeiro.
Comece pela parte gratuita da conta
Antes de orçar taxa e honorário, o primeiro passo não custa nada: a pesquisa de viabilidade no INPI confirma se o nome está livre na sua classe. É o jeito mais barato de evitar pagar a taxa duas vezes. Falar com a Oneck →



