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Como registrar uma marca no INPI passo a passo em Americana: o checklist antes de protocolar

14 de agosto de 20262 min de leitura
Como registrar uma marca no INPI passo a passo em Americana: o checklist antes de protocolar

Passo a passo de verdade significa saber o que separar antes de abrir o e-Marcas, muito além da lista das sete etapas do INPI: CNPJ ou CPF de quem vai constar como titular, o nome exato como vai ser registrado, a atividade principal do negócio pra enquadrar na classe certa e, se for o caso, o arquivo da logo. Em Americana, quem confecciona, tece ou vende no setor têxtil costuma travar justamente nesse ponto, porque uma empresa de malharia pode se enquadrar em mais de uma classe dependendo do que vende.

O processo em si tem sete etapas fixas: pesquisa de viabilidade, definição da classe pela Classificação de Nice, pagamento da GRU, protocolo no e-Marcas, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e concessão do certificado. O detalhe que o passo a passo genérico costuma pular é que a classe errada não trava o pedido na hora, ela aparece lá na frente, no exame de mérito, quando já não dá pra corrigir sem recomeçar. O guia completo de registro de marca passo a passo detalha cada etapa com o que fazer se isso acontecer.

Americana tem 12.755 empresas atuantes segundo o último Cadastro Central de Empresas do IBGE, com 87.286 pessoas ocupadas, e boa parte compartilha a mesma classe de Nice dentro da cadeia têxtil. A ACIA, fundada em 1961, e o Polo Tec Tex que ela criou orientam o empresário local sobre o setor, mas quem examina, aceita ou recusa a classe escolhida é sempre o INPI, direto, sem intermediário nenhum entre o pedido e o exame.

Separar os documentos certos antes de começar economiza a etapa mais chata do processo, que é corrigir depois. A Oneck confere isso de graça na pesquisa de viabilidade, antes de qualquer taxa ser paga. Falar com a Oneck →

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