Marca e patente saem do mesmo órgão, o INPI, mas seguem caminhos separados, com formulário, prazo e exame próprios. No dia a dia, todo mundo usa "patente" pra qualquer proteção intelectual, só que registro de marca protege o nome e a identidade visual do negócio, enquanto patente (ou desenho industrial, dependendo do caso) protege uma invenção, um processo técnico ou o formato de um produto. Confundir os dois é o motivo mais comum de pedido errado em Americana.
O caminho da marca tem sete etapas, da pesquisa de viabilidade ao certificado, todas dentro do e-Marcas, com a proteção contando a partir do protocolo. O caminho da patente é outro sistema dentro do INPI, com exame técnico mais aprofundado e prazos próprios, porque avalia se aquilo que está sendo protegido é realmente novo e inventivo, não só se o nome está livre. Quem quer o passo a passo completo do lado da marca encontra tudo no guia de como fazer registro de marca em Americana; o lado da patente pede orientação técnica específica.
O polo têxtil de Americana produz os dois tipos de pedido lado a lado. Uma confecção ou malharia que batiza sua coleção e sua etiqueta está no território da marca. Já um fornecedor de máquina, automação ou processo de tingimento, do tipo que expõe na Tecnotêxtil Brasil, sediada na FIDAM e confirmada na cidade até 2029, pode estar diante de uma invenção patenteável, não de um nome pra registrar. Tratar as duas coisas como se fossem o mesmo pedido é onde a confusão nasce.
A Oneck trabalha o lado de marca com pesquisa de viabilidade gratuita, o primeiro passo antes de qualquer protocolo. Se o seu caso envolve também patente ou desenho industrial, vale entender qual dos dois caminhos se aplica antes de pagar taxa do INPI pro pedido errado. Falar com a Oneck →



