Fazer o registro de marca em Americana começa antes do primeiro clique no e-Marcas: exige ter em mãos o CNPJ ou CPF de quem vai titular a marca, o nome ou logo exatamente como será usado, e a classe de atividade já mapeada pela Classificação de Nice. Sem isso organizado, a pesquisa de viabilidade, primeiro passo de verdade, sai capenga.
Depois desse levantamento inicial, o caminho é o mesmo pra qualquer negócio: pesquisa de viabilidade, definição da classe, pagamento da GRU, protocolo, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e concessão do certificado. A parte que decide se o pedido vinga é a pesquisa: nome parecido, na escrita ou no som, dentro do mesmo ramo, barra o pedido tanto quanto um nome idêntico. O guia completo de registro de marca em Americana detalha as sete etapas com o que fazer em cada uma, incluindo o que acontece se o exame de mérito emperrar.
Americana tinha 12.755 empresas atuantes em 2021, empregando 87.286 pessoas, segundo o Cadastro Central de Empresas do IBGE. É gente formal, com CNPJ ativo, faturando, mas boa parte dela ainda não passou pelo passo mais barato do processo inteiro, a pesquisa de viabilidade, que não custa nada e evita descobrir depois que o nome já usado há anos na fachada da loja nunca esteve, de fato, protegido. Ter CNPJ é o primeiro item da lista; ter marca registrada é outro, e um não implica o outro.
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