Dá, sim, pra registrar uma marca em Americana sem ajuda de ninguém: o sistema e-Marcas do INPI é aberto a qualquer CPF ou CNPJ, com pesquisa, protocolo e acompanhamento feitos direto pelo próprio empreendedor, sem precisar de advogado ou agência. O que muda entre fazer sozinho e contratar quem já faz isso todo dia é a taxa de acerto na pesquisa e na classe, os dois pontos que mais derrubam pedido.
O caminho tem sete etapas e nenhuma delas exige assinatura de terceiro: pesquisa de viabilidade, definição da classe, pagamento da GRU, protocolo, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e certificado. Quem faz sozinho paga a mesma taxa de quem contrata ajuda; a diferença aparece quando a pesquisa é rasa ou a classe fica errada, porque aí o indeferimento cobra a taxa de novo, sem desconto por ter tentado sozinho. O guia completo de registro de marca em Americana mostra o detalhe de cada uma das sete etapas pra quem vai tocar o processo com as próprias mãos.
A ACIA, fundada em 1961 e responsável pela criação do Polo Tec Tex, orienta o empresário de Americana em várias frentes, mas o registro de marca não é uma delas: quem preenche o pedido, paga a GRU e acompanha a publicação na Revista da Propriedade Industrial é o próprio dono do negócio, direto no site do INPI. Nenhuma associação da cidade protocola em nome de terceiro.
Fazer sozinho funciona bem quando a pesquisa de viabilidade sai certa da primeira vez, e é exatamente essa etapa que a Oneck faz de graça, mesmo pra quem pretende tocar o resto do processo com as próprias mãos. Melhor confirmar agora se o nome está livre do que descobrir depois de pagar a taxa do INPI que ele já existia. Falar com a Oneck →



