Americana

Como faço para registrar uma marca em Americana sozinho

17 de agosto de 20262 min de leitura
Como faço para registrar uma marca em Americana sozinho

Dá, sim, pra registrar uma marca em Americana sem ajuda de ninguém: o sistema e-Marcas do INPI é aberto a qualquer CPF ou CNPJ, com pesquisa, protocolo e acompanhamento feitos direto pelo próprio empreendedor, sem precisar de advogado ou agência. O que muda entre fazer sozinho e contratar quem já faz isso todo dia é a taxa de acerto na pesquisa e na classe, os dois pontos que mais derrubam pedido.

O caminho tem sete etapas e nenhuma delas exige assinatura de terceiro: pesquisa de viabilidade, definição da classe, pagamento da GRU, protocolo, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e certificado. Quem faz sozinho paga a mesma taxa de quem contrata ajuda; a diferença aparece quando a pesquisa é rasa ou a classe fica errada, porque aí o indeferimento cobra a taxa de novo, sem desconto por ter tentado sozinho. O guia completo de registro de marca em Americana mostra o detalhe de cada uma das sete etapas pra quem vai tocar o processo com as próprias mãos.

A ACIA, fundada em 1961 e responsável pela criação do Polo Tec Tex, orienta o empresário de Americana em várias frentes, mas o registro de marca não é uma delas: quem preenche o pedido, paga a GRU e acompanha a publicação na Revista da Propriedade Industrial é o próprio dono do negócio, direto no site do INPI. Nenhuma associação da cidade protocola em nome de terceiro.

Fazer sozinho funciona bem quando a pesquisa de viabilidade sai certa da primeira vez, e é exatamente essa etapa que a Oneck faz de graça, mesmo pra quem pretende tocar o resto do processo com as próprias mãos. Melhor confirmar agora se o nome está livre do que descobrir depois de pagar a taxa do INPI que ele já existia. Falar com a Oneck →

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