Pra consultar no INPI, entra em gov.br/inpi, acessa o e-Marcas e busca pelo nome da marca dentro da classe de Nice do seu ramo, por exemplo classe 25 pra vestuário ou classe 40 pra serviço de tingimento e beneficiamento têxtil. O sistema devolve uma lista de marcas parecidas ou idênticas já registradas ou em pedido. Ler essa lista sem saber interpretar risco de colisão é o motivo de boa parte dos indeferimentos em Americana.
A mecânica da busca é simples: nome, classe, resultado. A parte que trava é escolher a classe certa, o INPI tem dezenas delas, cada uma cobrindo um tipo de produto ou serviço, e interpretar o que aparece na lista, porque nome parecido na escrita ou no som também barra o pedido, não só nome idêntico. O guia completo de consulta de marca no INPI em Americana explica essa diferença entre achar o nome livre e ele realmente ter chance de ser deferido.
Numa cidade com 12.755 empresas atuantes (IBGE, CEMPRE) concentradas em boa parte na cadeia têxtil, fiação, tecelagem, tingimento, a mesma classe de Nice reúne dezenas de concorrentes diretos. Buscar só pelo nome exato da sua marca, sem olhar variação de grafia ou nome foneticamente parecido dentro dessa classe lotada, é o jeito mais comum de passar direto por um problema que ia aparecer de qualquer jeito, só que depois de pago o protocolo.
Se ler resultado de busca no e-Marcas não é o seu forte, a Oneck faz essa leitura de graça: manda o nome da sua marca e a gente confere na classe certa, com resposta clara sobre o risco. É melhor descobrir isso antes do protocolo do que pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento. Falar com a Oneck →



