No passo a passo do INPI, a etapa que mais derruba pedido é a escolha da classe, não o protocolo. Em Joinville, onde metalmecânica, plástico e têxtil convivem na mesma economia, uma empresa que atua em mais de um segmento corre risco maior de enquadrar a marca na classe errada da Classificação de Nice.
O passo a passo tem sete etapas: pesquisa, classe, GRU, protocolo, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e concessão. A classe define em qual mercado a marca fica protegida, então uma empresa que fabrica peça metálica mas também vende linha de plástico injetado precisa decidir, antes de protocolar, se registra numa classe só ou em mais de uma, porque proteção fora da classe registrada simplesmente não existe. O guia completo de como fazer registro de marca em Joinville detalha as sete etapas e o prazo real de cada uma.
Joinville soma R$ 49,8 bilhões de PIB, distribuídos entre metalmecânica, plástico, têxtil e um setor de tecnologia que vem crescendo dentro dessa base industrial. É uma economia diversificada demais pra tratar classe de marca como detalhe burocrático: quem atua em mais de uma frente de negócio precisa mapear cada atividade antes de escolher a classe, porque a marca protegida numa classe não impede concorrente de registrar nome igual noutra. Isso pesa ainda mais pra quem fornece pra mais de um setor ao mesmo tempo, situação comum numa cidade com esse tanto de indústria diferente concentrada no mesmo raio de poucos quilômetros.
Escolher a classe errada custa a taxa do INPI de novo, sem desconto por já ter tentado uma vez. A Oneck mapeia a classe certa pra cada atividade da empresa dentro da pesquisa de viabilidade gratuita, antes de qualquer protocolo. Falar com a Oneck →



