Quando o orçamento é curto, a ordem certa quase sempre é registrar a marca primeiro e avaliar a patente depois: marca custa menos, tramita mais rápido e protege o que a empresa mais usa no dia a dia, o próprio nome. Isso vale especialmente pro ecossistema de tecnologia e startup que vem crescendo em Joinville, onde nome, domínio e app costumam nascer juntos.
Pra marca, o caminho é objetivo: pesquisa de viabilidade, classe, GRU, protocolo, exame formal, exame de mérito e concessão, com proteção contando desde o protocolo. Patente pede investimento maior de tempo e dinheiro, com exame técnico que pode se estender por anos, e nem toda empresa nascente tem, logo de cara, uma invenção que justifique o processo. Fazer a marca primeiro evita que outra empresa registre o nome enquanto a decisão sobre a patente ainda está sendo avaliada. O passo a passo completo do lado de marca está no guia de como fazer registro de marca em Joinville.
O setor de tecnologia vem ganhando espaço dentro da base industrial de Joinville, que já reúne metalmecânica, plástico e têxtil numa cidade de mais de 660 mil habitantes e cerca de 133 mil empresas ativas. Startup que nasce nesse ambiente costuma lançar produto, marca e domínio ao mesmo tempo, com orçamento apertado pra tudo, e é exatamente aí que decidir o que registrar primeiro evita gastar rápido o dinheiro que devia render mais tempo de operação até o próximo aporte ou faturamento.
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