Pra fazer um registro de marca no INPI é preciso reunir cinco coisas antes de abrir o e-Marcas: CPF ou CNPJ de quem vai ser o titular, o nome exato da marca, a classe de Nice que enquadra a atividade, um e-mail cadastrado no gov.br e o valor da GRU pra pagar a taxa. Sem qualquer um desses itens o protocolo não sai do lugar, e em Joinville, com um volume grande de empresa ativa na cidade, essa etapa de reunir documento costuma ser a mais rápida de todo o processo.
O pedido em si segue sete etapas, da pesquisa de viabilidade ao certificado com o símbolo ®, sempre pelo sistema e-Marcas em gov.br/inpi. Antes de chegar no protocolo, que é quando a proteção passa a contar, o titular precisa ter esses dados prontos na mão. Entrar no sistema sem o nome definido ou sem saber a classe certa só atrasa o próprio pedido. Pra ver o caminho completo, do protocolo ao certificado, com o tempo real de cada fase, tem o guia de como fazer registro de marca em Joinville.
O que é preciso para registrar em Joinville: o cenário local
Joinville tem cerca de 133,5 mil empresas ativas, segundo levantamento sobre base da Receita Federal, e mais da metade delas é MEI. Com esse volume de negócio nascendo todo dia na cidade, reunir CNPJ, nome definido e classe certa antes de protocolar é etapa que praticamente todo empreendedor joinvilense vai enfrentar cedo ou tarde, seja quem monta oficina longe do centro ou quem abre negócio de tecnologia perto da universidade.
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