O passo a passo do INPI pra registro de marcas é 100% digital, feito pelo sistema e-Marcas em gov.br/inpi, sem posto físico em nenhuma cidade, incluindo Joinville. Da pesquisa ao protocolo, cada etapa acontece pela tela, o que vale tanto pra quem trabalha na Rua XV de Novembro quanto pra quem fica num galpão às margens da BR-101.
O rito tem sete etapas: pesquisa de viabilidade, definição da classe, pagamento da GRU, protocolo, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e concessão, e nenhuma delas passa por atendimento presencial. A própria Revista da Propriedade Industrial, onde o pedido fica exposto pra eventual oposição de terceiros, também é publicada em formato digital, sem versão impressa disponível em cartório ou junta comercial. Quem procura "onde fica o INPI em Joinville" pra levar papel numa fila está perdendo tempo, porque o sistema roda igual em qualquer ponto do Brasil. O passo a passo completo, com o que fazer em cada etapa, está no guia de como fazer registro de marca em Joinville.
A ACIJ, Associação Empresarial de Joinville, existe desde 1911 e é referência pra quem procura orientação de negócio na cidade, mas registro de marca não é serviço que a associação processa: o pedido sempre corre pelo sistema federal do INPI, direto pelo CNPJ ou CPF de quem está registrando. Vale tanto pra indústria plástica que fabrica embalagem e componente automotivo quanto pra prestador de serviço que nunca pisou numa fábrica.
Antes de abrir o e-Marcas sozinho, vale confirmar se o nome está livre: a Oneck faz essa pesquisa de graça, sem compromisso de fechar nada depois. É bem melhor descobrir uma colisão de marca na tela do computador do que meses depois, com a taxa do INPI já paga e o pedido indeferido. Falar com a Oneck →



