Marca e patente são coisas diferentes dentro do INPI, cada uma com sistema de busca próprio: marca se consulta no e-Marcas (nome, logotipo, identidade comercial), patente se consulta no sistema de busca de patentes do INPI (invenção, processo, modelo de utilidade). Em Joinville, cidade de forte tradição industrial, confundir os dois é comum, principalmente entre quem desenvolve peça ou equipamento novo.
A parte de marca segue uma lógica só
A pesquisa de patente pede análise técnica de engenheiro ou agente de propriedade industrial, e foge do escopo deste artigo. Já a parte de marca segue a lógica de sempre: busca gratuita por nome, dentro da classe de Nice do seu ramo de atividade, com atenção redobrada a nome parecido na escrita ou no som, porque isso costuma travar um pedido tanto quanto um nome idêntico. A boa notícia é que a marca, ao contrário da patente, não exige laudo técnico pra pesquisar: qualquer empresário consegue rodar a busca sozinho, o desafio está só na interpretação do resultado. O guia completo de consulta de marca no INPI em Joinville detalha essa leitura fina.
Cenário local: Joinville
No parque metalmecânico de Joinville, entre indústrias como Schulz, Tigre e Docol e a cadeia de fornecedores de peça e usinagem ao redor delas, é comum a mesma empresa lidar com os dois registros ao mesmo tempo: uma peça nova que pode virar patente e o nome da empresa que precisa virar marca. Tratar as duas consultas como se fossem uma coisa só é o jeito mais rápido de perder tempo procurando no sistema errado, e de deixar a parte mais barata e mais rápida (a de marca) esperando enquanto a de patente ainda tramita.
A Oneck cuida da parte de marca: pesquisamos de graça se o nome está livre no INPI e mostramos o risco real antes de você protocolar. Resolver isso logo custa bem menos do que descobrir tarde demais e pagar a taxa do INPI outra vez. Falar com a Oneck →



