Pesquisar uma marca é confirmar, na base pública do INPI, se o nome que você quer usar em Florianópolis já está ocupado por outra empresa na sua classe de atividade. A palavra "pesquisa" engana quem acha que uma busca no Google ou no Instagram resolve; ela não resolve, porque nenhuma das duas mostra quem tem direito legal sobre o nome. Só a base do INPI mostra isso, e é ela que decide se o pedido é aceito.
A parte que costuma faltar na pesquisa feita por conta própria é olhar além do nome idêntico: o INPI também barra nome parecido, seja na escrita ou no som, dentro do mesmo ramo. Quem digita só o nome exato e encontra a tela vazia sai de lá achando que está tudo livre, quando na verdade só fez metade do trabalho. Pra ver como separar uma pesquisa superficial de uma leitura completa de risco, e o que fazer quando aparece algo parecido no resultado, o guia de consulta de marca no INPI em Florianópolis entra em cada etapa.
Em Florianópolis, esse cuidado pesa mais do que parece à primeira vista: a cidade reúne mais de 550 empresas de tecnologia, cerca de um quarto do PIB municipal, muitas delas girando em torno do Sapiens Parque. Nome de startup circula em pitch e imprensa antes de existir CNPJ, e o Startup Summit de agosto, no Centrosul, reúne fundador de todo canto testando nome novo na frente de investidor. Pesquisar direito antes desse tipo de exposição é o que evita descobrir, meses depois, que o nome já tinha dono.
Quer saber se o nome da sua marca resiste a essa pesquisa antes de investir em identidade visual ou pitch deck? A Oneck faz essa pesquisa de graça, sem compromisso de fechar depois, esteja o negócio no Sapiens Parque ou em qualquer bairro de Florianópolis. É a diferença entre protocolar com segurança e pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento. Falar com a Oneck →



