Antes de protocolar registro de marca no INPI, é preciso ter em mãos três coisas: o nome já pesquisado e livre na base do e-Marcas, a classe de atividade certa pela Classificação de Nice e a GRU paga no valor correspondente ao seu perfil (MEI, ME/EPP ou empresa maior). Sem esses três itens prontos, o protocolo em Florianópolis para na primeira etapa, exatamente como pararia em qualquer outra cidade do país.
O processo completo segue sete passos, da pesquisa de viabilidade ao certificado com o símbolo ®, mas é na preparação anterior ao protocolo que a maioria dos pedidos perde tempo: descrever mal a especificação de produtos e serviços dentro da classe escolhida é tão arriscado quanto nem pesquisar o nome antes. A GRU é emitida direto em gov.br/inpi e o valor muda conforme o perfil de quem pede; pagamento errado ou fora do enquadramento também derruba o pedido antes mesmo do exame formal começar. O guia completo de registro de marca passo a passo detalha a ordem exata dessas etapas.
Florianópolis reúne 674,844 km² de área com densidade de 796,05 hab/km² (Censo 2022) e PIB per capita de R$58.059,37 (IBGE, 2023), uma combinação de cidade compacta e economia diversa que junta tecnologia, turismo e serviços na mesma base de CNPJs. Isso faz a especificação de produtos e serviços dentro da classe de Nice variar enormemente de um pedido para outro, mesmo entre vizinhos de bairro, e enquadrar errado é o erro mais silencioso de quem tenta preparar o pedido sozinho. Com 20+ anos de mercado e mais de 500 marcas levadas do protocolo ao certificado, a Oneck sabe exatamente onde essa especificação costuma sair torta.
Quer confirmar se a classe e a especificação que você tem em mente aguentam o exame formal? A pesquisa de viabilidade da Oneck é gratuita e evita descobrir o erro só depois de já ter pago a GRU pela primeira vez. Falar com a Oneck →



