Marca e patente têm passo a passo diferente, e misturar os dois é um erro comum entre startups de Florianópolis. O registro de marca protege o nome, a logo e a identidade do negócio, com sete etapas dentro do e-Marcas do INPI. A patente protege uma invenção técnica, com processo próprio, mais longo, dentro de outro sistema do mesmo INPI.
O passo a passo da marca segue pesquisa de viabilidade, definição da classe pela Classificação de Nice, GRU, protocolo no e-Marcas, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e certificado. A proteção da marca conta a partir do protocolo, dias depois de começar, não do certificado final. Patente segue outro rito, com exame técnico de novidade e atividade inventiva que costuma levar bem mais tempo. O guia completo de como fazer registro de marca em Florianópolis foca no passo a passo da marca, que resolve a fatia mais comum de startup e negócio local.
No Sapiens Parque e no ecossistema articulado pela ACATE, mais de 550 empresas de tecnologia respondem por cerca de 25% do PIB de Florianópolis, e boa parte delas confunde proteger o software com proteger o nome do negócio. Código-fonte tem direito autoral, invenção técnica pode pedir patente, mas o nome que vai no pitch deck, no domínio e na fachada da startup só fica seguro com registro de marca, o processo mais rápido e mais barato dos três. Com 20+ anos de mercado e mais de 500 marcas registradas no INPI, a Oneck já viu essa confusão se repetir várias vezes dentro do próprio ecossistema de Sapiens Parque.
Ficou em dúvida se o seu caso pede marca, patente ou os dois? A pesquisa de viabilidade de marca é gratuita e ajuda a separar o que precisa de registro imediato do que pode esperar, evitando pagar a taxa do INPI duas vezes por escolher o caminho errado. Falar com a Oneck →



