Marca registrada no CPF é patrimônio da pessoa física, mesmo que a empresa use o nome todo dia no site, no cardápio ou na fachada. Em Florianópolis, isso pesa principalmente pra quem começa sozinho e mais adiante traz sócio, vende participação ou negocia com investidor: sem ajustar a titularidade antes, a marca segue no nome de quem registrou, fora do contrato de sociedade ou da due diligence do investidor.
Transferir a marca do CPF pra uma empresa depois é possível, mas exige um procedimento formal no e-Marcas, com prazo e documentação próprios, que precisa ser feito bem antes de fechar contrato de sócio ou avaliação pra venda. Startup que recebe aporte, negócio de turismo que forma sociedade com outro empreendedor da ilha, prestador de serviço que decide abrir capital: todos esses casos pedem atenção redobrada a essa transferência, porque investidor bem assessorado sempre confere em nome de quem a marca está antes de assinar qualquer coisa. O guia completo de registro de marca no CPF ou CNPJ explica o passo a passo dessa transferência de titularidade.
O Sapiens Parque, distrito de inovação no norte da ilha, já recebeu R$ 30 milhões em aporte público e mais de R$ 150 milhões em investimento privado contratado, com meta de reunir mais de 400 empresas e 25 mil empregos na região em dez anos. É o tipo de ambiente onde negócio que nasce pequeno, muitas vezes com o fundador ainda no CPF, cresce rápido e vira alvo de sócio ou fundo de investimento, exatamente o momento em que a titularidade da marca deixa de ser detalhe e vira pergunta de due diligence.
Em nome de quem sua marca deveria estar hoje é exatamente o tipo de pergunta que a Oneck responde de graça, com a mesma leitura que já aplicamos em mais de 500 marcas registradas no INPI ao longo de 20 anos de mercado. Resolver isso antes do sócio ou do investidor aparecer custa uma fração do que custa corrigir depois, com a taxa do INPI paga de novo por indeferimento. Falar com a Oneck →



