Depende do que você quer resolver. Movimentar dinheiro (receber de cliente, emitir nota, declarar imposto) é decisão fiscal, do seu contador. Proteger o nome do negócio é decisão de registro de marca, do INPI. As duas conversam: em Florianópolis, quem já decidiu faturar pelo CNPJ costuma registrar a marca nesse mesmo CNPJ, pra manter o nome que assina contrato igual ao nome protegido.
A dúvida entre movimentar no CNPJ ou no CPF normalmente aparece antes da formalização: quem recebe direto na pessoa física paga mais imposto e tem menos margem de manobra pra crescer, enquanto quem abre CNPJ, mesmo o MEI, ganha enquadramento tributário mais simples e nota fiscal própria. Isso é conta de contador, não do INPI. Só que a escolha carrega uma consequência que passa batido: o documento usado pra movimentar dinheiro tende a ser também o nome que deveria assinar o registro da marca, pra não criar descompasso entre quem fatura e quem é dono do nome. Pra entender como isso se conecta com o registro em si, o guia completo de registro de marca no CPF ou CNPJ em Florianópolis detalha os dois caminhos.
Florianópolis lidera o ranking catarinense de formalização, com 70,4 mil MEIs ativos, segundo dado do Sebrae/SC divulgado na Semana do MEI de 2026. Boa parte desse contingente migrou do CPF pro CNPJ justamente pra poder emitir nota e movimentar dinheiro com mais liberdade, mas muita gente nesse grupo segue com a marca sem registro nenhum, ou pior, ainda no nome de pessoa física que já não é mais quem assina contrato com fornecedor.
Antes de decidir só com o contador, vale checar se o nome que você já usa no dia a dia está livre no INPI e em nome de quem ele deveria estar registrado. A pesquisa de viabilidade é gratuita, e resolver isso agora evita pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento por titularidade errada. Falar com a Oneck →



