Florianópolis

Como registrar uma marca e quanto custa: sozinho ou com ajuda, em Florianópolis

14 de agosto de 20262 min de leitura
Como registrar uma marca e quanto custa: sozinho ou com ajuda, em Florianópolis

Dá pra registrar marca sozinho no INPI, pagando só a taxa GRU (com desconto pra MEI, ME/EPP e pessoa física), ou contratar quem cuida da pesquisa e do protocolo, somando um honorário à taxa. A conta parece mais barata fazendo por conta própria, até o pedido ser indeferido por erro de classe ou colisão de nome não detectada; aí a GRU se perde e o processo recomeça do zero, taxa nova incluída.

A pesquisa de viabilidade, a escolha da classe correta e o preenchimento do formulário no e-Marcas parecem simples à primeira vista, mas são justamente os pontos onde a maioria dos pedidos feitos sem apoio técnico esbarra. Fazer sozinho é possível, só exige tempo pra estudar a classificação de Nice, cruzar bases de marcas parecidas e acompanhar prazos que o INPI não avisa duas vezes. O honorário de quem já fez esse trabalho centenas de vezes existe pra cobrir exatamente esse risco. O guia completo sobre quanto custa registrar marca detalha onde cada parte do valor entra nessa conta.

Florianópolis carrega uma cultura forte de "resolver por conta própria", puxada pelas mais de 550 empresas de tecnologia da cidade e pela comunidade em torno da ACATE e do Sapiens Parque, onde builder que resolve tudo sozinho quase vira ponto de honra. Só que marca registrada errado não se corrige com um deploy novo: o indeferimento cobra a taxa de novo e atrasa a proteção por meses, num mercado que já soma 159 mil empresas ativas competindo por atenção (Jucesc, fevereiro de 2025).

A Oneck existe pra cobrir esse ponto cego: 20+ anos de mercado, mais de 500 marcas registradas no INPI, e uma pesquisa de viabilidade gratuita pra você decidir com informação, não no escuro, se vale a pena fazer sozinho. Falar com a Oneck →

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