O sistema oficial do INPI, o e-Marcas, é público e a consulta de viabilidade dentro dele não custa nada, então dá sim pra fazer essa parte sozinho, sem pagar terceiro nenhum. O que muda é o protocolo do pedido: ali a plataforma já exige o pagamento da GRU, com desconto pra quem comprova enquadramento. Fazer tudo sozinho é possível até esse ponto; depois dele, a única variável é o valor da taxa, nunca a gratuidade.
O acesso ao e-Marcas exige conta gov.br e fica disponível pra qualquer pessoa, física ou jurídica, o que alimenta a ideia de que dá pra registrar a marca inteira sem custo, só usando o site. A parte de pesquisa realmente é livre; o risco fica em preencher a classe errada ou ignorar um nome parecido dentro do sistema, porque o INPI não avisa isso antes do protocolo, só depois, em forma de indeferimento. O guia completo de registro de marca grátis em Florianópolis explica os critérios do desconto que entra na hora de pagar.
Florianópolis reúne mais de 1.500 empresas associadas à ACATE e conta com o Sapiens Parque, distrito de inovação com aporte público de R$ 30 milhões e mais de R$ 150 milhões em investimento privado já contratado. É um ecossistema acostumado a resolver burocracia sozinho, direto pelo sistema, o que funciona bem até a etapa de pesquisa. Onde esse mesmo perfil costuma tropeçar é na análise técnica da classe, porque startup lida com produto e serviço ao mesmo tempo, e a linha entre as classes do INPI raramente é óbvia pra quem não faz isso todo dia.
Usar o sistema do INPI sozinho até a etapa gratuita é uma economia real, sem pegadinha. O risco fica em protocolar sem confirmar a classe certa e descobrir o erro só no indeferimento, pagando a taxa outra vez. A Oneck confere de graça se o enquadramento e a classe estão certos antes de você gastar um centavo no protocolo. Falar com a Oneck →



